quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Primeira Vysyta!

Tudo mudou depois que eu senti o sabor... siiiim, sabor o qual nunca havia sentido, meio indescritível (não quero parecer clichê), sei que me trouxe sensações e sentimentos benignos. Sabe quando se come seu chocolate preferido? Tipo isso, mas melhor, bem melhor! E os responsáveis por essas sensações são serezinhos pequeninos, não são anões, nem duendes, eles possuem um olhar inebriante, embriagante, estonteante. O sorriso? Aaaa o sorriso então, apaixonante! Que fez com que as borboletas adormecidas no meu estômago acordassem e ficassem inquietas. E me senti importante também, me senti útil e potente. Parece até que encontrei a cura para as minhas “dores”, encontrei o analgésico perfeito, a anestesia dos sonhos, a terapia que em uma única sessão levou embora todo o meu medo e insegurança. Digo até que um dos efeitos colaterais é a dependência. Mas como assim? Não era pra ser o contrário? Não era para todo esse bem-estar ser pra quem está mais vulnerável e sensível naquele momento? Não sei, não sei se todo aquele arrepio e formigamento foi recíproco, o que sei é que de alguma forma eu pude tornar aquele dya mais agradável, ameno e não consigo mais me ver sem ver toda aquela magya e alegrya. Agora consigo entender o porquê de uma vez Y, sempre Y.


Dra Sereya (eu acho) ou talvez Dra. Augustyna, mas quem sabe Dra. Soneca, ou até mesmo Dra. Amnésya
; o)



Iara Becco

3 comentários:

Guilherme Muchale disse...

Dar nome a um palhaço é como rotular algo tão complexo que parece impossível rotular, mas as vezes uma criança nos presenteia com um rótulo tão perfeito que nos questionamos 'como não pensei nisso antes?'.

Então esteja aberta :P Mas eu gostei de Dra. Augustyna!

Iara Becco disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Iara Becco disse...

Siim, estou com muita dificuldade. Quem sabe recebo esse batismo de una criança não é ? To confusa ainda, mas muito obrigada pela opinião.